De 𝟮𝟱 𝗱𝗲 𝗮𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗮 𝟭𝟬 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, os Jardins do Palácio de Cristal serão a casa dos livros, da palavra, da poesia, da literatura e da cultura.
De 𝟮𝟱 𝗱𝗲 𝗮𝗴𝗼𝘀𝘁𝗼 𝗮 𝟭𝟬 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, os Jardins do Palácio de Cristal serão a casa dos livros, da palavra, da poesia, da literatura e da cultura.
O Dia Mundial das Bibliotecas celebra-se a 1 de julho.
Embora a comemoração não seja oficial, esta data visa enaltecer a importância da leitura na educação e formação das pessoas, tal como é referido no Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas.
O Dia Mundial das Bibliotecas é o dia ideal para se dirigir a uma biblioteca e requisitar um livro ou então para partilhar o livro da sua vida com outras pessoas e para conhecer novos livros pelos quais se pode apaixonar.
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é celebrado anualmente a 10 de junho, data da morte do poeta Luís de Camões. Este dia presta homenagem a Portugal, aos portugueses, à cultura lusófona e à presença portuguesa por todo o mundo.
As comemorações têm início na África do Sul. Em Portugal, as festividades do 10 de junho têm lugar em Peso da Régua e contam com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
O Dia Mundial dos Oceanos é celebrado anualmente a 8 de junho e pretende lembrar a importância dos oceanos no nosso quotidiano, enquanto «pulmões do planeta».
Este Dia foi proclamado através da Resolução 63/111 adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 5 de dezembro de 2008.
Estrangeiro!
talharam-nos em redor fossos, limites
e o cerco das fronteiras.
Estrangeiro! Ninguém entendeu, e nem tu, estrangeiro,
que entre nós não existem cordilheiras.
Ficaste de mãos desastradas, indiferentes,
quando a minha vida roçou a tua vida.
De olhos parados, indiferentes,
quando passei a teu lado.
Estrangeiro! Ficou-me esse desperdício de um adeus
que as tuas mãos frias não disseram,
nem os teus olhos vidrados,
nem a tua boca selada,
mas que eu pressenti, como alguém á beira de um cais,
ao ver sair barcos com gente que nos é estranha,
agitando lenços estranhos
alguém que sofre por nada.
Iludimos a vida, amigo!
E como para ultrapassar as fronteiras
os fossos,
as ironias
bastaria um só olhar!...
Não, estrangeiro! Vamos misturar o sangue dos rios
o abismo dos mapas
fazer qualquer coisa! misturar, misturar.