sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Halloween na ESAN


   Festejou-se, mais uma vez, Halloween na ESAN.

   Os alunos foram convidados a escrever ou recolher frases alusivas ao dia e entregá-las na biblioteca. Os mesmos corresponderam entusiasticamente:

“As bruxas são ecológicas pois viajam sobre uma vassoura: não usam combustível poluente.”;

“As bruxas têm que deixar de comer doces, senão ficam diabéticas.”;

“As bruxas na Idade Média eram queimadas, agora são adoradas.”

   Viveram-se, mais uma vez, momentos de convívio e criatividade na ESAN.

 


segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Autor e poema do mês de outubro - Miguel Torga


   A Biblioteca da Escola Secundária António Nobre dedica o mês de outubro ao escritor transmontano Miguel Torga. O poema "Outono", do mesmo autor, serviu de mote para a exposição.

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Bem-vindos à biblioteca!

Demos as boas-vindas aos alunos em mais um ano letivo!





  Durante o mês de outubro serão realizadas sessões de apresentação da biblioteca aos novos alunos, nomeadamente, os seus serviços, as zonas, as regras de funcionamento ou como descobrir um livro.


 

sexta-feira, 17 de abril de 2020

O dia em que o escritor Luís Sepúlveda não precisou sair de casa para dar a volta ao mundo.












Luis Sepúlveda foi internado em Gijón, nas Astúrias, no final de fevereiro, depois de ter sido diagnosticado com Covid-19, dias após ter estado em Portugal, para participar no festival literário Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim. Todos os participantes no festival acabaram por ficar em quarentena, que terminou sem que ninguém manifestasse sintomas da doença.
Nascido em 1949, numa pequena vila chamada Ovalle, no Chile, Sepúlveda foi, e em primeiro lugar, fruto de uma época que só poderia convertê-lo num contador de histórias
Morreu, a 16 de abril de 2020, aos 70 anos, Luis Sepúlveda, vítima de infeção pelo novo coronavírus.
 Deixa uma vasta obra literária, um autêntico “exercício de memória”, onde a fábula, melhor género para conhecer o ser humano “à distância”, como dizia, se convertia num pretexto para se debruçar sobre as personagens que foi conhecendo ao longo da vida. Porque a escrita não fazia parte de uma terapia para curar feridas do passado. A escrita era sempre parte do presente do autor.